Letra de 'Cobras (part. Dgio, Possatto e Dudu)' de Lacan

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Mais grana que eles menos que isso incomoda
Indeciso vou levar toda essa loja
Racks encada bloco, tranca as quatro portas, ye
Backs desso fumando, fumo toda hora, ye
Fala muito mas sabe remédio é bala
Roubei seu estúdio
Logo, logo sua casa
Meu escritório é em casa
Porque eu nem gosto de praia
Sou seu castelo de areia
Mais quente quebra as vidraças

Dobro da dose se que?
Beber do copo vai não
Que afundar os dedos nas waves?
Uma zip em cada mão
Notas não vêm sem ter plano
Quatro mil horas em minutos
Grifes mais caras tão raras
Peça pouco coleciono
Drogas no peso gavetas
Nem diz que sou usuário
Se isso transborda meu copo
Vou me fazer milionário

Oxe nem vem tô te vendo
Que pegar minhas sobras
Ainda usar no meu próprio story
Em fração de segundos se instala o veneno
As cobras que me cobram hoje sentem o seu próprio golpe
É o nosso conteúdo tá ideal
Valor do cachê já sobe
Saio do anonimato
Quela quiser eu compro
Mais joia, roupa e sapato
E nem vem me dar desconto
Depois vou pra um quarto, encontro-me em outro plano
Outro plano, de assalta banco
Morro tentando, aumento o ganho
Firstar, cash pra contar
Na minha ma
Draco engatilha
Vai tá mel
Não ligo pra esses fakes
(Não)
Mais Chanel, Prada pra minha baby (pra minha baby)
Vou pro céu, quando ela vem descendo
Tem mais papel dentro da shoulder bag

Só escuto meu nome tipo mantra
Não mente enquanto fala quando toca eu sei que canta
Tô no toque do automático e diminuo a distância
Entre a realidade todos sonhos de criança
A grana envelopada vá põem no cofre
Envestir no corre sonhos altos carros barcos quem não aposta morre
Dei minha alma alvo fácil foi um porre
Sem modos me exemplos se discorda sorry
Na weve quem medita a regra agora
Quem que movimenta o jogo sujo que cê diss que joga
Na mesa dos grandes pro banquete não pra te dar sobra
No topo da cadeia do jogo me esquivo de cobra

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